O caso da menina Isabela Nardoni não foi um caso isolado, infelizmente isso acontece muito, mas eu gostaria de citar como exemplo um caso que ocorreu em 2006, de uma mulher que matou seus dois filhos com uma serra elétrica. Na época, ela alegou suspeita de depressão e sua família chegou a marcar consulta com um psicólogo. Elisângela Rosa Camargo, ainda disse que buscava orientação com o pastor de sua igreja e em seu depoimento, pedia várias vezes perdão pelo ato.
Não gostaria de generalizar esses casos, mas fica evidente que essas pessoas sofrem de algum distúrbio mental ou perturbação. E quanto à esses casos, eu penso que a pena de morte não seria a melhor alternativa. É revoltante sim, a ponto de querermos, nós mesmos, ser o executor dessas penas. Mas no meu ponto de vista, ao invés da pena de morte, deveriam ser impostas penas mais severas, como a prisão perpétua. E além de tirar essas pessoas do convívio social, colocá-las para trabalhar e produzir algo útil.
Quem sofre com isso, de perto, certamente deseja a aplicação de uma pena de morte para o assassino, pois mesmo uma vida não tendo preço, temos que reconhecer que as punições de hoje em dia deixam à desejar.
Deixe sua opinião. :D
Guilherme, n°12
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